Conta-me mais pedia-te eu....
E contaste.
E agora despertaste-me, e agora tiraste-me do limbo confortável entre o que tenho e o que quero, entre o que sou e o que posso ser...
Num bater de bola a fazer de conta, numa brincadeira, num trocadilho.
E agora deixo-me conduzir sem querer saber o destino, e agora voltei a ter fome, voltei à vertigem...
E assim deixo-me ficar; ébria, volátil... neste swing surpreendente.
Tuesday, January 16, 2007
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